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As curiosidades mais interessantes estão aqui

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    Pesquisadores chineses analisaram o fenômeno das fakes news e sugerem uma alternativa para diminuir esse problema

    A notícia mais lida no Mega Curioso durante o mês de junho falava de uma mulher que fingiu ser cega durante 28 anos para não precisar interagir com as pessoas. Antes da confirmação que se tratava de uma pegadinha de um site gringo, a gente colocou um aviso falando que poderia ser mentira. Mesmo assim, o negócio bombou! Mas, afinal, por que os internautas – e até mesmo sites respeitados – caem no fenômeno das fakes news, as notícias mentirosas.

    Esse tipo “informação” ganhou destaque especial na imprensa mundial depois das eleições norte-americanas para eleger o novo presidente da república no ano passado. Aqui no Brasil, em 2014, algo parecido ocorreu: partidários de vários políticos disseminavam informações falsas de seus adversários e isso acabava viralizando.

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    Marque nos comentários os amigos que você quer carregar para o resto da sua vida

    Há quanto tempo existe a relação com o seu melhor amigo? Vocês imaginam envelhecer juntos? Um grupo de 5 homens de Santa Barbara, na Califórnia (EUA), mostra que a amizade verdadeira é possível e resiste ao tempo. E para celebrar essa união, eles tiram a mesma foto há 35 anos! Cinco anos atrás, eles já faziam sucesso e nós falamos deles aqui ano Mega.

    Tudo começou em 1982, quando John Wardlaw, Mark Rumer, Dallas Burney, John Molony e John Dickson estava passando férias no lago Copco e tiraram uma foto sentados em uma cerca. Molony segurava um sapo vivo dentro de um pote, enquanto Rumer estava com um chapéu apoiado no colo. Esses e outros detalhes tentaram ser recriados nos registros seguintes. 

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    Descubra como os dinossauros dos longas (provavelmente) eram na vida real

    É difícil assistir aos filmes da série “Jurassic Park” e não acreditar que os dinossauros que aparecem nas cenas não eram realmente daquele jeito. No entanto, desde que o primeiro longa foi lançado — isso em 1993, isto é, há 24 anos! —, aconteceram inúmeros avanços tecnológicos que permitiram que os cientistas descobrissem muitas coisas novas sobre os grandes répteis e desvendassem vários mistérios sobre esses animais.

    Sem falar, claro, que os produtores dos filmes, apesar de terem trabalhado de perto com paleontólogos e especialistas, também tomaram a liberdade se usar a criatividade para recriar os dinossauros — criando animais mais fantásticos e aterrorizantes do que eles eram na realidade. Pois, Alex Carter, do site Mental_Floss, reuniu alguns exemplares que apavoraram nas telonas e os comparou com a aparência que eles provavelmente tinham quando perambulavam pelo nosso planeta, e o resultado é revelador. Veja:

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    Veja uma seleção de imagens legais que foram inscritas na competição deste ano e vote na sua favorita!

    Como você deve saber, a National Geographic organiza anualmente uma badalada competição fotográfica chamada “National Geographic Travel Photographer of the Year”, voltada para fotos de viagem. A edição deste ano ainda não foi finalizada, portanto, fotógrafos profissionais e amadores de todo o mundo estão enviando seus cliques para competir em uma ou mais categorias do concurso.

    De acordo com o pessoal do site Twisted Sifter, o grande vencedor geral da competição ganhará uma viagem de 10 dias para o arquipélago de Galápagos, com direito a levar um acompanhante, e os três primeiros colocados das categorias oficiais, “Natureza”, “Pessoas” e “Cidades”, levarão para casa prêmios em dinheiro nos valores de U$ 2,5 mil, U$ 750 e U$ 500 (ou cerca de R$ 8,3 mil, R$ 2,5 mil e R$ 1,7 mil), respectivamente.

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    Infelizmente é grande o número de pessoas que ainda faz isso...

    Beber água é fundamental para manter o corpo saudável e em bom funcionamento, mas a forma como algumas pessoas fazem isso não é exatamente a melhor.

    Sabe aquelas garrafinhas plásticas e descartáveis de água? Então... Muitas pessoas reutilizam a embalagem e, quando a água acaba, simplesmente completam de novo a garrafinha.

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    Da vida de aparências das redes sociais ao transporte público que mais parece uma lata de sardinhas

    Não é novidade para ninguém que vivemos em um mundo completamente diferente daquele que nossos pais e avós conheceram. Esta nova realidade, no entanto, muitas vezes nos parece tão “normal” que acabamos deixando de refletir sobre os múltiplos aspectos que permeiam a nossa complexa existência.

    Na tentativa de trazer às claras essas questões, o inglês John Holcroft encontra nas ilustrações uma maneira de externalizar esses hábitos tão arraigados em nosso dia a dia. Como nós já mostramos aqui, com um estilo que remete às propagandas de antigamente, nada escapa do seu olhar minucioso e mordaz. A seguir, você confere as mais recentes criações do autor:

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    As aves usam a nicotina presentes nas pontas dos cigarros como forma de manter os carrapatos afastados, mesmo a prática prejudicando o sistema imunológico dos filhotes

    Anualmente, cerca de 6 trilhões de cigarros são fumados pela população, sendo que 2/3 das bitucas (4 trilhões) são jogadas no chão, sendo uma das formas mais comuns de lixo urbano. Obviamente, isso gera risco para diversos ecossistemas e animais, mas um passarinho mexicano está se beneficiando dessa fartura – mesmo que isso traga alguns problemas.

    As aves Carpodacus mexicanus são naturais da América do Norte e, ao menos na Cidade do México, estão se acumulando bitucas de cigarros em seus ninhos com o intuito de afastar seus predadores. Um estudo anterior, de 2012, acreditava que os filtros dos cigarros poderiam servir como uma espécie de isolante térmico, mas agora os cientistas têm uma nova teoria para sua finalidade.

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    Estudo feito na Dinamarca mostrou que mulheres que tentavam uma gestação levavam mais tempo para realizar esse sonho caso morassem em lugares com enorme quantidade de ruídos

    Um estudo feito com 65 mil mulheres dinamarquesas mostrou que aquelas que moram em ruas com muito barulho possuem uma dificuldade mais para engravidar. Esse atraso poderia ser de até 1 ano a partir do momento em que o casal começa a tentar a gestação, caso seja comparado com o tempo que casais que moram em lugares mais calmos conseguem chegar à concepção.

    O estudo cruzou dados de natalidade e trânsito entre 1996 e 2002. Estudos anteriores mostraram que mulheres costumam engravidar em até seis ciclos menstruais a partir do momento em que começam a tentar isso. Porém, o estudo feito na Dinamarca mostrou que a chance de esse tempo ser extrapolado aumenta em até 8% para cada 10 decibéis acima do normal.

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    A prática, apesar de desagradável, é muito mais comum do que você imagina

    Se você tem animais de estimação em casa — como cachorros e coelhos, por exemplo —, é possível que você tenha flagrado seu bichinho fazendo algo que, para nós, é bem nojentinho: comer o próprio cocô. E você sabe a razão de eles fazerem isso? Bem, de acordo com Laura Geggel, do site Live Science, a verdade é que esse comportamento é bem mais comum do que muita gente imagina, e os humanos parecem ser uma exceção no Reino Animal.

    De acordo com Laura, a prática de consumir as próprias fezes é chamada coprofagia e, de modo geral, ela serve para que os animais tenham acesso a nutrientes que eles não conseguiram absorver quando os alimentos foram digeridos pela primeira vez. O ato de comer cocô é algo que pode ser observado em uma enorme variedade de espécies — além dos animais domésticos com os quais temos mais contato.

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    Deixe a “letra de médico” de lado e passe a escrever igual a um especialista

    Hoje em dia, cada vez mais usamos notebooks, tablets e smartphones para fazer nossas anotações, principalmente depois que acabamos nosso período escolar. O resultado disso é que cada vez mais pessoas estão com as letras horríveis e com dificuldades para encontrar a melhor maneira de melhorar a caligrafia.

    A prática da escrita manual é fundamental, e o uso de um caderno de caligrafia também. Porém, existem alguns truques na hora de incrementar a qualidade de sua escrita. Pegue um papel e uma caneta e anote tudinho:

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    O desenvolvimento do antídoto envolveu muita coragem e azar de um jovem australiano

    Você já ouviu falar a respeito das taipan? Essas cobras pertencem ao gênero Oxyuranus e, por sorte, elas são endêmicas da Austrália — o que significa que o risco de a gente tropeçar com um bicho desses aqui no Brasil é bastante remoto. E o que é que esses répteis têm de tão terrível para desejarmos que eles fiquem bem longe das nossas terras?

    Oxyuranus microlepidotus

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    A coleção é dividida em 65 categorias, como Roma, Egito, vikings e piratas

    A maior coleção de Playmobil do Brasil conta com 7.885 bonecos, inseridos em cenários que trazem temas desde a pré-história, passando pela Idade Média, até os mais recentes como naves espaciais, policiais e bombeiros. O recorde foi reconhecido pelo RankBrasil e pertence ao cartorário Pedro Gabriel Paschoalotti, de Sorocaba (SP). A coleção é dividida em 65 categorias e está distribuída em um espaço de 120 m², na casa do recordista.

    Pedro lembra que o Playmobil foi um dos brinquedos mais populares de sua geração e que a história do seu recorde começou em 1979, quando ganhou o primeiro item da linha. Em 2001, ao fazer compras em um hipermercado, viu na prateleira uma caixa empoeirada de um castelo Playmobil. “Veio à tona boas recordações da infância, então acabei comprando o brinquedo. Desde então, comecei a colecionar”, revela.

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